domingo, 22 de novembro de 2009
AMIGOS COM AMIGOS
AMIGO QUE VEM JOGAR
AMIGO QUE NÃO GOSTA DE BRINCAR
AMIGO QUE É AMIGO BRINCA E JOGA SEM PARAR
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
SAUDADES....TRISTES E VAGAS
SAUDADES DA FAMILIA
SAUDADES DOS AMIGOS
SAUDADES DA TIA MODERNA
SAUDADES DA COMIDA QUENTINHA
SAUDADES DA MAE ACOLHEDORA
SAUDADES DO JARDIM E SUAS SOMBRAS
SAUDADES DOS CACHORROS E SEUS CARINHOS
SAUDADES DA PRAIA COR DE ESMERALDA
SAUDADES DO LUAR
SAUDADES DO CHEIRO DAS FESTAS
SAUDADES DO PASSADO,
SAUDADES DO HOJE
SAUDADES DO QUE VIRA
MINHA TERRA COROPA VERMELHA
CHAO QUENTE E VERMELHO
PASSEIO DE BICICLETA ROSA
ROSA TEM MEU NOME
NOME QUE RELUZ NO MEU PRESENTE
SAUDADES QUE DOI NA GENTE
NO CORACAO E NA ALMA
SAUDADES QUE GRUDAM
SAUDAES QUE MARCAM
SAUDADES QUE DEIXA CAIR AS LAGRIMAS
LAGRIMAS ONDE VEJO A MINHA FAMILIA
GOSTO DO PARAISO, MAS QUE NAO TEM RISO
GOSTO DA SAUDADE QUE TEM VERDADE
VERDADE E SAUDADE QUE LEMBRAM A MINHA VIDA
MANUPINK
POEMA LUCIA DE CASTRO ALVES
Quando o mato se arreia mais festivo,
E o vento campesino bebe ardente
O agreste aroma da floresta virgem...
Eu e Lúcia, corríamos — crianças —
Na veiga, no pomar, na cachoeira,
Como um casal de colibris travessos
Nas laranjeiras que o Natal enflora.
Ela era a cria mais formosa e meiga
Que jamais, na Fazenda, vira o dia ...
Morena, esbelta, airosa... eu me lembrava
Sempre da corça arisca dos silvados
Quando via-lhe os olhos negros, negros
Como as plumas noturnas da graúna,
Depois... quem mais mimosa e mais alegre?...
Sua boca era um pássaro escarlate
Onde cantava festival sorriso.
Os cabelos caíam-lhe anelados
Como doudos festíµes de parasitas...
E a graça... o modo... o coração tão meigo?l...
Ai! Pobre Lúcia... como tu sabias,
Festiva, encher de afagos a família,
Que te queria tanto e que te amava
Como se fosses filha e não cativa...
Tu eras a alegria da fazenda;
Tua senhora ria-se, contente
Quando enlaçavas seus cabelos brancos
Co'as roxas maravilhas da campina.
E quando í noite todos se juntavam,
Aos reflexos doirados da candeia,
Na grande sala em torno da fogueira,
Então, Lúcia, sorrindo eu murmurava:
"Meu Deus! um beija-flor fez-se criança...
Uma criança fez-se mariposa!"
Mas um dia a miséria, a fome, o frio,
Foram pedir um pouso nos teus lares...
A mesa era pequena... Pobre Lúcia!
Foi preciso te ergueres do banquete
Deixares teu lugar aos mais convivas...
Eu me lembro... eu me lembro... O sol raiava.
Tudo era festa em volta da pousada...
Cantava o galo alegre no terreiro,
O mugido das vacas misturava-se
Ao relincho das éguas que corriam
De crinas soltas pelo campo aberto
Aspirando o frescor da madrugada.
Pela última vez ela chorando
Veio sentar-se ao banco do terreiro...
Pobre criança! que conversas tristes
Tu conversaste então co'a natureza.
"Adeus! pra sempre, adeus, ó meus amigos,
Passarinhos do céu, brisas da mata,
Patativas saudosas dos coqueiros,
Ventos da várzea, fontes do deserto! ...
Nunca mais eu virei, pobres violetas,
Vos arrancar das moitas perfumadas,
Nunca mais eu irei risonha e louca
Roubar o ninho do sabiá choroso...
Perdoai-me que eu parto para sempre!
Venderam para longe a pobre Lúcia!..."
Então ela apanhou do mato as flores
Como outrora enlaçou-as nos cabelos,
E rindo de chorar disse em soluços:
"Não te esqueças de mim que te amo tanto..."
Depois além, um grupo, informe e vago,
Que cavalgava o dorso da montanha,
Ia esconder-se, transmontando o topo. . .
Neste momento eu vi, longe... bem longe,
Ainda se agitar um lenço branco...
Era o lencinho tremulo de Lúcia...
epílogo
Muitos anos correram depois disto ...
Um dia nos sertíµes eu caminhava
Por uma estrada agreste e solitária,
Diante de mim ua mulher seguia,
— Co' o cí¢ntaro í cabeça — pés descalços,
Co'os ombros nus, mas pálidos e magros ...
Ela cantava, com uma voz extinta,
Uma cantiga triste e compassada ...
E eu que a escutava procurava, embalde,
Uma lembrança juvenil e alegre
Do tempo em que aprendera aqueles versos...
De repente, lembrei-me. . . "Lúcia! Lúcia!"
... A mulher se voltou ... fitou-me pasma,
Soltou um grito. . . e, rindo e soluçando,
Quis para mim lançar-se, abrindo os braços.
... Mas súbito estacou ... Nuvem de sangue
Corou-lhe o rosto pálido e sombrio ...
Cobriu co'a mão crispada a face rubra
Como escondendo uma vergonha eterna ...
Depois, soltando um grito, ela sumiu-se
Entre as sombras da mata ... a pobre Lúcia!
CASTRO ALVES
terça-feira, 18 de agosto de 2009
POESIA DE ULISSES TAVARES
Além da imaginação
Tem gente passando fome.
E não é a fome que você imagina
entre uma refeição e outra.
Tem gente sentindo frio.
E não é o frio que você imagina
entre o chuveiro e a toalha.
Tem gente muito doente.
E não é a doença que você imagina
entre a receita e a aspirina.
Tem gente sem esperança.
E não é o desalento que você imagina
entre o pesadelo e o despertar.
Tem gente pelos cantos.
E não são os cantos que você imagina
entre o passeio e a casa.
Tem gente sem dinheiro.
E não é a falta que você imagina
entre o presente e a mesada.
Tem gente pedindo ajuda.
E não é aquela que você imagina
entre a escola e a novela.
Tem gente que existe e parece
imaginação.
MUITO CHOCANTE MAS E A PURA VERDADE DA NOSSA REALIDADE...
BJOKAS, MANUPINK.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
UMA LINDA POESIA SOBRE A ESPERANCA
Não importa onde você parou…
em que momento da vida você cansou…
o que importa é que sempre é possível e
necessário “Recomeçar”.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo…
é renovar as esperanças na vida e o mais importante…
acreditar em você de novo.
Sofreu muito nesse período?
foi aprendizado…
Chorou muito?
foi limpeza da alma…
Ficou com raiva das pessoas?
foi para perdoá-las um dia…
Sentiu-se só por diversas vezes?
é porque fechaste a porta até para os anjos…
Acreditou que tudo estava perdido?
era o início da tua melhora…
Pois é…agora é hora de reiniciar…de pensar na luz…
de encontrar prazer nas coisas simples de novo.
Que tal
Um corte de cabelo arrojado…diferente?
Um novo curso…ou aquele velho desejo de aprender a
pintar…desenhar…dominar o computador…
ou qualquer outra coisa…
Olha quanto desafio…quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te
esperando.
Tá se sentindo sozinho?
besteira…tem tanta gente que você afastou com o
seu “período de isolamento”…
tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu
para “chegar” perto de você.
Quando nos trancamos na tristeza…
nem nós mesmos nos suportamos…
ficamos horríveis…
o mal humor vai comendo nosso fígado…
até a boca fica amarga.
Recomeçar…hoje é um bom dia para começar novos
desafios.
Onde você quer chegar? ir alto…sonhe alto… queira o
melhor do melhor… queira coisas boas para a vida… pensando assim
trazemos prá nós aquilo que desejamos… se pensamos pequeno…
coisas pequenas teremos…
já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente
lutarmos pelo melhor…
o melhor vai se instalar na nossa vida.
E é hoje o dia da faxina mental…
joga fora tudo que te prende ao passado… ao mundinho
de coisas tristes…
fotos…peças de roupa, papel de bala…ingressos de
cinema, bilhetes de viagens… e toda aquela tranqueira que guardamos
quando nos julgamos apaixonados… jogue tudo fora… mas principalmente… esvazie seu coração… fique pronto para a vida… para um novo amor… Lembre-se somos apaixonáveis… somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes… afinal de contas… Nós somos o “Amor”…
” Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do
tamanho da minha altura.”
Carlos Drummond de Andrade.
BJOKAS, MANUPINK.
sábado, 8 de agosto de 2009
NESTA MUDANÇA AGRADEÇO TAMBÉM À JULIANA DO
BLOG LAYOUTS PARA BLOGS
LÁ VOCÊ ENCONTRA VÁRIOS PAPÉIS DE PAREDES PARA SEU BLOG, COMO ENCONTREI O MEU DO :
HTTP://POESIASPINK.BLOGSPOT.COM
HTTP://PRADOARMARINHO.BLOGSPOT.COM
AGRADEÇO TAMBÉM A MINHA AMIGA E CUNHADA ROSANGELA BARROS DO BLOG:
HTTP://ESSENCIADAPEDAGOGIA.BLOGSPOT.COM
BJOKAS!!!!!!!!!!!
MANUPINK








